Interessado na Plataforma?

Blog

Telemedicina em pronto-atendimentos: é possível fazer classificação de risco?

Interessado na Plataforma?

Telemedicina em pronto-atendimentos: é possível fazer classificação de risco?

Compartilhe essa Publicação

Share on linkedin
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on email

Telemedicina em pronto-atendimentos: é possível fazer classificação de risco?

Com a regulamentação da telemedicina durante a pandemia, abriram-se novas possibilidades para a condução de tratamentos médicos no país. A prática também traz benefícios para os prontos-socorros que, à distância, conseguem fazer uma prévia classificação de risco — agilizando diagnósticos e, em alguns casos, diminuindo o fluxo dentro das emergências. 

Como ocorre a classificação de risco na Telemedicina

Assim como acontece nos atendimentos de emergência, o paciente passará por uma triagem remota. Após responder a um questionário básico, ele também será classificado por cores de acordo com a aparente gravidade dos sintomas. O sistema estabelece critérios em cada uma das cores: vermelho, laranja, amarelo, verde e azul. Sendo vermelho a mais urgente; e a azul, a menos grave. Por isso, é importante que o paciente seja bem claro e direto nas respostas.

De acordo com a gravidade, o paciente é encaminhado para uma fila e atendido através de teleconsulta. O médico é quem vai indicar se é necessário o exame clínico presencial e com qual velocidade o paciente deve se deslocar ao hospital ou consultório. Em casos que podem ser resolvidos à distância, o profissional poderá encaminhar o tratamento e, até mesmo, enviar receita digital segura através da plataforma.

O impacto na redução das salas de emergência

Um dos maiores problemas do sistema de saúde brasileiro é a superlotação dos hospitais, que podem tardar um atendimento urgente ou não dispor de leito para receber uma pessoa que necessite de internação. No caso de pacientes com classificação de baixo risco, a situação acaba se tornando desnecessária — expondo-os a doenças durante as horas de espera por atendimento.

O atendimento remoto de pronto-socorro, quando possível que seja feito, desafoga o sistema, agiliza diagnósticos e traz conforto para pessoas que estão com baixa imunidade, tem dificuldade de locomoção ou sentem-se indispostas.

A vantagem para os casos mais graves

Com a diminuição de pacientes nas emergências, quem realmente precisa não terá que enfrentar filas, receberá atendimento mais ágil e, por consequência, um encaminhamento mais rápido. Jornada que pode salvar vidas.

Os benefícios da telemedicina para médicos e pacientes

Com a jornada híbrida, o volume de atendimento diminui e os profissionais da saúde ficam menos sobrecarregados. A consequência disso é óbvia: salvam-se vidas! Há mais leitos nos hospitais, os pacientes são melhor atendidos, os profissionais ficam mais dispostos e os custos dos hospitais são reduzidos.

Já estão claros os diversos benefícios da prática ética da telemedicina. Não é diferente nos pronto-atendimentos. O importante é encontrar uma plataforma que garanta acesso fácil, armazenamento de dados com segurança e possibilidades de personalização dos atendimentos. Precisa dessas soluções? Caso tenha interesse, preencha o formulário e entre em contato conosco.

Compartilhe essa Publicação

Share on linkedin
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on email