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Startup de telemedicina viu faturamento crescer 500% em 2020

Quando o novo coronavírus chegou ao Brasil, a startup Dr. TIS já desenvolvia sistemas para a área de saúde — plataforma de imagens médicas e telerradiologia — há quatro anos. A pandemia obrigou instituições de saúde a implementarem sistemas que diminuíssem a procura presencial, otimizassem tempo e garantissem a segurança de médicos e pacientes em tempos de distanciamento social. De março a dezembro, o número de contratos saltou de 50 para mais de 140, elevando o faturamento em 500%. Instituições de excelência — como HCor, Hospital Moinhos de Vento, CCG, Real Hospital Português de Beneficência, Centro de Reabilitação do Sírio Libanês, Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, Santa Casa de Curitiba e Hospital Santa Catarina — estão entre os clientes da plataforma. A lista também conta com clínicas, operadoras e outras empresas do setor.

O foco da startup sempre foi a tecnologia on cloud para telemedicina — incluindo teleconsulta, teletriagem, interconsulta, telerradiologia, telediagnósticos —, com gerenciamento de procedimentos e diagnósticos. “Isso significa que, com a plataforma da Dr. TIS, não é necessário baixar aplicativos ou ter servidores à disposição. Tanto os profissionais de saúde quanto os pacientes acessam a ferramenta via internet — através do computador ou mobile”, explica a CEO Jihan Zoghbi.

A plataforma é customizada para cada cliente, com inserção da logomarca da instituição e com as funcionalidades adaptadas aos serviços que serão prestados. É possível enviar pedidos de exame, atestados médicos e receitas assinadas eletronicamente com certificação digital. O atendimento fica registrado em um prontuário eletrônico armazenado na nuvem, que permite acompanhar a evolução do paciente. A contratação do sistema PACS possibilita ainda a troca de exames de imagens em alta resolução. Todos os dados são criptografados de ponta a ponta para garantir a privacidade dos usuários. Segurança, inclusive, é um diferencial da Dr.Tis, que possui certificação da SBIS (NGS1 e NGS2) , garantindo a adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Apoio além da tecnologia

Com mais de 25 anos de experiência em softwares de gestão, a fundadora da healthtech revela que já são quase sete mil profissionais cadastrados na plataforma – consolidando a atuação em lugares cada vez mais distantes. “Neste momento de tantas dúvidas e novidades para as instituições que estão iniciando sua incursão da telemedicina, procuramos dar um apoio que vai muito além da tecnologia. Também, buscamos alinhar processos e orientar as melhores práticas para que o paciente seja bem atendido”, destaca Jihan.

Em um país de dimensões continentais e muitos gargalos na saúde, a telemedicina já era uma tendência observada no setor. Na avaliação de Jihan, que também é presidente da Associação Brasileira CIO Saúde (ABCIS), essa aceleração na transformação digital provocada pela pandemia é uma grande oportunidade de ampliar mais rapidamente o acesso ao atendimento médico no Brasil inteiro. “Muitos dos nossos clientes já atendem populações afastadas dos grandes centros, que não têm acesso a especialistas. A telemedicina permanecerá ajudando na sustentabilidade de um setor que passa por tantas mudanças”, aponta a PhD, que é matemática por formação e possui mestrado e doutorado com ênfase em computação gráfica e processamento de imagens médicas. “Por isso, nosso trabalho é muito gratificante: nós atuamos para levar medicina aos pacientes onde e quando eles mais precisam”, conclui.

Publicado em Saúde Digital News

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