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Descubra as formas de manipular as imagens de tomografia

De forma simplificada, a tomografia é um raio-X que fornece uma imagem em 360 graus. Portanto, é um exame que gera essas imagens em fatias, que podem ser analisadas de qualquer ângulo.

O resultado das tomografias sai rapidamente, estando disponível na maioria dos hospitais, tanto para emergências quanto para diagnósticos de lesões ortopédicas ou investigação de doenças.

Graças aos avanços da tecnologia, hoje em dia os médicos conseguem manipular as imagens obtidas nos exames de tomografia, de forma a tornar o diagnóstico mais assertivo.

A seguir, confira as principais formas de manipular essas imagens computadorizadas.

Reconstrução multiplanar

A reconstrução multiplanar, também conhecida como MPR, é uma técnica que permite que, a partir de uma única série de imagens, feitas em uma orientação bem definida, gere-se outras séries de imagens em outras orientações.

Um dos principais pontos positivos dessa técnica é que as imagens geradas não perdem sua qualidade. Ou seja, é possível visualizar uma determinada área do exame em várias orientações simultaneamente, facilitando o trabalho do médico e melhorando a qualidade do diagnóstico.

A MPR permite que o médico consiga analisar o exame em diferentes cortes (coronal, axial ou sagital), contribuindo para a visualização das estruturas de forma completamente tridimensional.

Projeção de intensidade máxima ou mínima

Essas técnicas são conhecidas como Mip/Minip. Ela consiste em aplicar a atenuação de intensidade em alguma estrutura, permitindo, portanto, a manipulação das imagens de tomografia.

Essa técnica é muito útil quando precisa-se realçar determinadas estruturas, como pequenos vasos, bronquíolos ou, até mesmo, pontos de contraste para melhorar o diagnóstico. Além disso, utiliza-se bastante essa ferramenta em tomografias de tórax, pois é um apoio importante na localização de enfisemas, cistos ou nódulos nos pulmões.

Escala Hounsfield

Com a aplicação da escala Hounsfield (unidade de HU), o médico consegue contornar uma região específica que deseja analisar, além de conseguir medir a radiodensidade de alguma estrutura.

Quando a tomografia é realizada em determinada região do corpo, os tecidos e elementos atingidos acabam absorvendo níveis diferentes de radiação e, por isso, pode se tornar difícil identificar exatamente o que é cada área. Por isso, a escala Hounsfield é tão importante para a Medicina.

O próprio sistema, inclusive, consegue comparar a escala e apontar o que está na área selecionada pelo médico: sangue, água ou algum outro líquido, por exemplo.

Ferramenta 3D

Como o próprio nome já indica, vários sistemas de gestão de imagens permitem a utilização de ferramentas auxiliares para criar uma visão tridimensional do exame.

A visualização tridimensional do exame é muito útil, por exemplo, na avaliação de lesões ósseas e fraturas.

É muito utilizada, também, no pré-operatório para algumas cirurgias, pois o 3D permite que o médico faça uma avaliação completa das estruturas que sofrerão intervenções.

Independente da técnica, é importante ressaltar que o uso de tecnologias de manipulação de imagens permitem um melhor planejamento de cirurgias menos invasivas, por exemplo.

Além disso, essas ferramentas têm se tornado cada vez mais úteis, não apenas nos centros de diagnósticos, mas também para profissionais que atuam em escritórios.

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